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terça-feira, 22 de setembro de 2009

O Ponto de Gräfenberg


"O ponto de Gräfenberg (ponto G) é uma zona franca de livre negociação, e psico-sensitiva que se localiza na parte antero-inferior do ponto interno de inserção do tendão do músculo pubococcígeo, ao lado da incisura pubiana e posterior ao ísquio médio." Foda de achar? Capaaaaaz!

Achei na seção de curiosidades do Desciclopédia. Entretanto acho que é motivo de curiosidade de muita gente, afinal, como diria Paulo Brito, "É bom esse Ponto de Gräfenberg , heinhô Batista!"

Os céticos (entre os quais dessa vez eu não me incluo) afirmam se tratar de outro mito, mais uma dessas lendas urbanas que habitam o imaginário masculino. Na verdade, pouco se sabe a respeito. Como eu sempre digo: Pode ser que sim, pode ser que não, mas mais certo é que talvez. A única coisa que eu posso fazer, é trazer à baila um dos mais famosos bordões do PB: "Fica a dica aí pessoal", pesquisem a respeito que se bem não faz, mal não há de fazer. Quem sabe, talvez, pode ser, "quiçá" sua parceira ache interessante seu conhecimento sobre o assunto... ;)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Os Bundões


Enquanto contemplo a tela branca deste computador que me encara, a espera que eu escreva qualquer coisa inútil, banal e descartável, sobre não importa o quê, recordo-me de um fato absolutamente irrelevante e corriqueiro. Aqui sentado, imóvel, em profundo silêncio, imerso numa dimensão, numa realidade inexorável e duvidosa, assisto alheio a tudo, o surgimento de idéias à superfície, e surpreso pela inconstância e desmotivada emersão destas, fico meio zonzo. Constato algumas recordações semi-esquecidas de uma infância não muito distante, e contemplo as ruínas de algumas paixões nada bem sucedidas. Lembro que, pra desviar o assunto, posso escrever sobre a bitola das ferrovias (a distância entre os dois trilhos), que nos EUA é de 4 pés, ou 8,5 polegadas. Isso porque são as mesmas medidas das bitolas inglesas, justamente pelo fato de as empresas que fabricavam os vagões serem as mesmas que fabricavam as carroças, e decidiram manter as medidas, para economizar com os ferramentais. Se fizermos uma análise, descobriremos que as carroças tinham esta largura, porque esta era a largura das antigas estradas da Europa. Me recordo também que isto é em função das bigas do antigo império romano, que abriu estas estradas em suas conquistas. E o mais surpreendente de tudo, é que estas bigas tinham esta largura, pois foram feitas pra acomodar dois traseiros de cavalos.

A partir deste fato banal emergem simultaneamente duas conclusões: 1) o transporte do mundo moderno foi fortemente influenciado pelos traseiros de dois cavalos da Roma antiga; 2) por vezes, muitas vezes, até eu me espanto com o superficialidade e a inutilidade daquilo que escrevo.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Posses pelo Brasil Afora

Tomaram posse nesta ontem e hoje, mais de 5,5 mil prefeitos e 50 mil vereadores (segundo dados do Correio do Povo). E é bom perceber que esta ferramenta da democracia brasileira (o voto), torna a funcionar, em contra-ponto a períodos negros da história do país e da humanidade, quando somente os poderosos, homens e alfabetizados podiam execer este (hoje) direito do povo. Isto quando havia possibilidade de voto! O que é frequentemente lembrado, com saudosismo e uma pitada de segundas intenções, pelos românticos políticos e membros de elevada importância e cargos sociais. Como é fácil fazer o povão sentir-se feliz, achando que pode mudar o mundo com um simples voto!

"Você faz a Diferença!"... Em tempo eleitoral, é balela de quem sabe o que quer. Pergunto perguntas que assumem ar de retóricas: Por quê existe tanto desejo em se eleger, gastando (na quase totalidade das ocasiões) mais dinheiro nas campanhas do que se irá receber em salários por quatro anos? Por glória? Dizer que está defendendo o povo? Pra ajudar (e como essa palavra se repete) o povo?... Eu não duvido, ainda mais tratando-se de pequenos municípios, sem grande movimentação financeira ou importância econômica em sua região, estado ou país, mas acho pouco provável que prefeitos de metrópoles, governadores e presidentes, não envolvam-se na máfia que todos sabemos que existe por lá, mas costumamos nos calar...

O lado bom dessas eleições conduzidas e regradas pelo poderio econômico e causa maior (determinada pela alta sociedade), é que em cada final de gestão em que há troca de partidos/coligações, a rivalidade faz com que em final de ano, tudo esteja, forçosamente, funcionando, para mostrar eficiência ao povão e ao candidato eleito.

Espero que as perguntas que não querem calar, realmente não se calem e o povo comece a perceber que não é o voto (romanticamente evocado) mas a cobrança que torna cada um de nós elementos diferenciais em qualquer âmbito que for. Diz a constituição nacional brasileira que o poder emana do povo e para o povo, o que deve ser levado, com o perdão do trocadilho, ao pé da letra.

À todos empossados: Boa sorte, boa gestão e que elas sejam honradas, sábias, íntegras, disciplinadas e, principalmente, humanas.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Aguardem...

E nós, brasileiros acostumados com a antiga grafia teremos que nos acostumar.

É evidente que serão atingidas algumas mudanças de direções, no sentido do progresso, por parte do Governo (como referenciado no texto abaixo). É evidente também que a necessidade de renovação processual estende o alcance e a importância do retorno esperado a longo prazo, se é isso que se pretende. Mas pergunto: Ora, se a China que é um país com um idioma, diga-se simplificadamente, "complexo" é tido como uma das maiores potencias mundias, e economia emergente indicada como futuro centro econômico mundial, porque o Brasil não pode permanecer com o velho e bom Português-Brasil? Seria mais uma marmota governamental para angariar fundos ilicitamente (vulgo: lavar dinheiro)?

Façamos uma breve reflexão: Além de unificação idiomática, favorável economicamente ao Brasil, defende-se que isto facilitará o uso do idioma, em virtude do mesmo aproximar-se da fonética. Síntese: Se escreve como se diz. Agora, se a grafia for inarbitrariamente desarticulada de tempos em tempos, para facilitar a vida do brasileiro, em breve poderemos encontrar dicionarios apresentando termos como: vc, td, tbem, KBça... e até verbos como KH...

É inadmissível que os poucos brasileiros corretamente alfabetizados (o que não inclui os semi-analfabetos que julgam conhecer o idioma) tenham de render-se em detrimento a uma causa tão sacana quanto esta. Sendo assim, informo que este blog, até segundo comunicado, NÃO ADERIRÁ AS NOVAS NORMAS ORTOGRÁFICAS BRASILEIRAS, na esperança de que até o mês de março alguém se pronuncie no sentido de desfazer este grande erro que a (não mais tão conservadora assim) Academia Brasileira de Letras está cometendo. Aqueles velhos só podem estar gagás.

Desiludido com a perda da identidade nacional,
Feliz Ano Novo à Todos.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

A Globalização Atinge Níveis Ortográficos

É indiscutível que as mudanças na grafia de algumas palavras nos países lusófonos promoverão grandes alterações estruturais nos países em questão, por mais inofensivas que possam parecer. No que tange a economia, por exemplo, pode significar a criação de uma ponte, ou o fortalecimento da mesma, na relação com países europeus, através de Portugal. Já no que se relaciona com elementos culturais, educacionais ou patrióticos, inertes na população brasileira, pode encontrar relutância, principalmente dos estudiosos da língua portuguesa.

Partindo do pressuposto que esta alteração visa a unificação cultural favorável à criação de um elo entre o Brasil e os países de primeiro mundo, esta torna-se, potencialmente, uma boa opção, recebendo, portanto, o apoio de órgão estatais e de instituições privadas voltas ao mercado estrangeiro. Há, sem dúvida, estabelecimento de facilidades no intercâmbio de materiais entre os países praticantes do português, sem a necessidade de adaptações, além da facilidade e simplicidade que o idioma adquire ao aproximar-se da fonética.

Aos apreciadores e estudiosos da língua portuguesa, contudo, esta alteração não é aceita de forma tão passiva. Além de, obrigatoriamente, ser uma mudança gradual e contínua, estes defendem que alterações muito grandes na preparação dos professores, reestruturação de métodos de ensino e materiais didáticos, não obstante a perda do nacionalismo impregnado e tão admirado no perfil do brasileiro, serão necessárias, em detrimento a uma causa demasiadamente mexinflória.

Nesta conjectura, observa-se que uma alteração deste nível abala, e muito, a população brasileira, de todas as faixas etárias. Se esta mudança resultará em benefícios econômicos ou empobrecimento da língua pátria, somente o tempo é capaz de responder. O que parece certo, é que esta alteração ainda será alvo de grandes e prolongadas discussões.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Economia – Inflação no preço do Leite

Lí no Correio do Povo de 26 de março de 2008, que infelizmente o preço do leito, a exemplo de outros produtos nacionais segue subindo. Este acréscimo deve-se tanto a fatores climáticos (como a estiagem que afetou a região no último ano) como econômicos (o leite é mais valorizado internacionalmente e a exportação é incentivada). Além do mais, o preço do leite em pó tem subido, e, devido a debanda do produtor, o preço do leite UHT (caixinha) sobe também.

Enquanto o restante da população sofre com a inflação dos preços, os produtores, contudo, contam com um acréscimo na renda, em virtude da valorização do seu produto. Mas, como sempre existe um mas, os produtores temiam que as mudanças tributárias que entrariam em vigor em abril, cortassem os créditos presumidos, o que poderia acarretar numa redução do ordenado.

sábado, 15 de novembro de 2008

Historicamente...

Exportações batem recorde semanal

Ana Paula Ribeiro
da Folha Online, em Brasília

Na segunda semana de junho, as exportações brasileiras totalizaram o maior valor semanal do ano: US$ 2,51 bilhões. Esse resultado contribuiu para o superávit de US$ 972 milhões registrado de 6 a 12 de junho pelo país. No período, as importações totalizaram US$ 1,538 bilhão. Na semana anterior, o saldo ficara positivo em US$ 668 milhões.

No acumulado do mês, o saldo da balança comercial é de US$ 1,64 bilhão, com exportações de US$ 4,018 bilhões e importações de US$ 2,378 bilhões. Em maio, o superávit comercial foi de US$ 3,452 bilhões.
Na comparação das exportações pela média diária -total vendido por dia útil-, o crescimento foi de 13,1% em junho, até o dia 12, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

As exportações de produtos semimanufaturados foram as que mais cresceram (27,7%). As vendas de ferro fundido, açúcar em bruto e alumínio colaboraram para esse desempenho. As vendas de manufaturados tiveram crescimento de 17,1%, e a dos básicos, de 1,8%. Já a média diária das importações apresentou um aumento de 12,9%. O crescimento foi causado pelas compras de produtos siderúrgicos, borracha e plásticos.

No ano

A balança comercial brasileira já acumula um saldo positivo superior a US$ 17 bilhões no ano. Até a segunda semana de junho, o superávit comercial -saldo positivo entre as exportações e as importações- soma US$ 17,286 bilhões, crescimento de 38,1% na comparação com o ano passado.

O resultado é a diferença entre as exportações de US$ 47,49 bilhões -alta de 27%- e as importações de US$ 30,204 bilhões -crescimento de 22,6%. Em 2004, a balança comercial registrou um superávit de US$ 33,696 bilhões, o que representou um crescimento de 35,9% em relação a 2003 (US$ 24,8 bilhões). Foi o maior saldo positivo da história do país e o segundo recorde anual consecutivo.

Para este ano, o mercado financeiro prevê um superávit comercial de US$ 35 bilhões. Já a previsão do Banco Central é que a balança termine o ano com um saldo positivo de US$ 27 bilhões.

Fonte: Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi1406200515%2ehtm


Concluo:

A balança comercial indica superávit (valor positivo, ou seja, mais exportações que importações), e a expectativa, é de que este valor siga crescendo, segundo o Banco Central.

É bom perceber que, apesar de algumas dificuldades financeiras, o Brasil vem “vencendo” batalhas que ocorrem nos bastidores do mundo comercial, onde o mercado importador é muito disputado pelos países produtores de matéria prima (ou seja, exportadores). O Fato de o Brasil estar batendo, novamente, os recordes de superávit é, em sí, algo bastante animador, que, alicerçado na perspectiva de aumento nos valores, diminui o risco Brasil, atraindo assim, cada vez mais investidores de peso. Contudo, é bom lembrar que, com o superávit do Brasil, é lógico que algum outro país está aumentando o seu déficit, ou diminuindo o seu superávit, causando determinada instabilidade, o que aumenta o risco daquele país, afastando os investidores.

O Brasil está conduzindo muito bem as políticas de protecionismo alfandegário, que queira ou não, existem nos entremeios da composição do núcleo federal e estatal. Ou seja, a alta nos preços de produtos importados em relação aos de origem brasileira estão mostrando plenos resultados, e têm alterado significativamente os resultados e as projeções do governo. Esta técnica que foi desenvolvida séculos atrás, ainda detém seguidores, e dita o ritmo das atividades econômicas da atualidade, tornando, assim, explicita a sua enorme importância, e fazendo-se necessário reconhecimento de tal feito.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Ainda sobre o documentário: Uma Verdade Inconveniente...

O filme-documentário “Uma Verdade Inconveniente”, retrata uma verdade que, de fato, é um tanto quanto incômoda, principalmente para um seleto grupo de pessoas no mundo, como enfatiza Al Gore, uma espécie de apresentador do filme. Al Gore, segundo ele próprio, sempre manteve uma preocupação ambiental significativa, o que o levou a concorrer e receber alguns cargos de responsabilidade na hierarquia social Norte-Americana. Na última eleição pela presidência dos EUA, então vice-presidente, Al Gore, mesmo possuindo maior número de votos, foi derrotado pelo atual presidente, Jorge W. Bush. De lá para cá vem realizando palestras sobre o aquecimento global, suas estatísticas e perspectivas. O modo com que Al Gore se expressa, é de fácil entendimento por parte dos leigos e talvez até crianças, levando em conta a clareza e a objetividade das informações.

Segundo Al Gore, períodos de aquecimento global são naturais no Planeta Terra, sendo este um organismo auto-suficiente (Teoria de Gaia, proposta e publicada pela primeira vez em 1992, pelo inglês James Lovelook). Este tipo de aquecimento consiste na realidade em um inverso das glaciações, decorrentes também, por disposição favorável da temperatura terrestre. O principal fator desencadeante do efeito estufa, são os gases de efeito estufa presentes na atmosfera ter aumentado significativamente nas últimas décadas. Estes gases agem no momento em que os raios ultravioletas recebidos do sol e refletidos pela Terra (transformando-se em raios infravermelhos) tentam deixar a atmosfera. É essencial que haja gases do gênero na atmosfera, caso contrário não haveria permanecia de calor algum no Planeta, impossibilitando a vida no mesmo. Entretanto, principalmente após a 1ª Revolução Industrial, quando passou-se a liberar maior quantidade de gases de efeito estufa na atmosfera (especialmente CO2, na queima de combustíveis fósseis), a concentração deste tipo de gás na atmosfera cresceu incontrolavelmente. É possível concluir, com base em gráficos de medição de temperatura, ou mesmo pela lógica, que quanto maior a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, maior a temperatura (mais calor é retido).

Gore defende que a melhoria da situação do mundo é uma questão moral e política, e, com já era de se esperar, muito mais política. É feito um apelo, principalmente na parte final do documentário, em que aparecem ordens na tela preta, que se resumem em economizar, investir em energias renováveis e eleger políticos comprometidos com a causa, pensamentos implícitos também em vários momentos do filme (comumente momentos de descontração e piadinhas). É evidente que ao produzir um filme como este, o diretor (que não é Al Gore) não desfavorece a política de crescimento econômico aderida pelo país. Como o filme é destinado, principalmente, para Norte-Americanos, observa-se a manutenção de algumas idéias calvinistas impostas no momento da colonização do país, entre elas a economia (pois as idéias de Calvino adaptaram-se muito bem aos burgueses –comerciantes- ingleses da época). Há também controvérsias em relação a real preocupação, ou a urgência de preocupação ambiental, por parte dos EUA, demonstrada no documentário, havendo inclusive suposições tratando de que isto era uma tentativa de tornar o próximo pedido (“eleja políticos comprometidos com esta causa” – diga-se de passagem, o próprio Al Gore-) mais nobre. Algumas pessoas vêem o documentário cheio de mensagens subliminares (implícitas), que objetivam induzir o pensamento do espectador. Estas estariam concentradas nos pedidos (entende-se ordens) na parte final do filme. Alguns dados teriam sido ocultados também.

Mas o fato é de que, tendo ou não outros objetivos, os dados apresentados no documentário são reais, e propõem um reflexão profunda por parte dos seres humanos, pois, levando-se em conta a Teoria de Gaia, a Terra teria a tendência de manter-se saudável, eliminando assim, aquilo ou aqueles que interferirem na sua estabilidade. Se nós, humanos, estamos alterando a temperatura (conseqüência da emissão de gases estufa), alterando assim o regime natural da Terra, a tendência é de que esta livre-se de nós? Para James Lovelook sim. Ainda há salvação? Para Al Gore sim, basta-se seguir os apelos do final do filme.

sábado, 18 de outubro de 2008

Valorização do Real X Evasão de Capital

O Correio do Povo de 24 de junho deste mesmo ano tratava da valorização do Real em detrimento a evasão de capital brasileiro. Pude perceber que apesar do ótimo fato de o real estar se valorizando em relação ao dólar e outras moedas estrangeiras, isto tem causado algumas preocupações ao Banco Central. Segundo órgão, desde o início do ano até o mês de junho, o saldo na movimentação financeira do Brasil era negativo. Enquanto saíram aproximadamente 4,5 bilhões de dólares do país, entraram aproximadamente 2,5 bilhões de dólares. Ou seja, com a aparente valorização do seu dinheiro, os brasileiros, iludidos pelo sensacionalismo da mídia, têm acreditado possuir condições de gastar esse dinheiro fora do país, deixando de aplicá-los na economia interna. Como solução, o Governo brasileiro busca incentivar os pontos turísticos do Brasil a se exaltarem. Acredita-se que com a valorização destes pontos, não somente o brasileiro deixará de buscar fora o que não tem aqui, como será também um atrativo para que os turistas estrangeiros irriguem a economia brasileira com o seu capital.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Ati-Direitos Humanos

No dia de 23 de junho deste mesmo ano, li no Correio do Povo sobre a criação de uma lei anti-refugiados pela ONU. Observei que apesar de ser considerado um ato de civilidade, bom grado e gentileza, o abrigo de refugiados pode passar a ser refutado pela ONU, nos próximos meses. Em contraposição a sensibilidade criada em torno de imigrantes de países pobres, e com políticas econômico-sociais distintas, o que muitas vezes leva ao baixo índice de qualidade de vida, apontado pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o órgão internacional pretende inibir a fuga de pessoas oriundas desses países, negando a sua permanência em países, principalmente da União Européia (EU).

De fato, esta é uma atitude plausível, uma vez que, principalmente o Brasil, que conta com um número elevado de refugiados (essencialmente de origem africana), já tem uma série de políticos e respectivos assessores a sustentar. Mais: não é justo que enquanto grande parcela da população trabalha, estes refugiados sequer têm qualificação profissional ou conhecimento técnico. Não! Já temos os nossos próprios biscates, pedintes, presidiários, políticos, servidores públicos e afins a sustentar. É o suficiente. Obrigado, ONU!

domingo, 5 de outubro de 2008

Empréstimo junto ao Banco Mundial

Percebi em minha leitura do Correio do Povo no dia 26 de março de 2008, que novamente e infelizmente o Governo do Estado consegui enrolar a população e realizar um empréstimo de 1 milhão de dólares junto ao Banco Mundial. Ao que tudo indica, este dinheiro irá propiciar bom ambiente e instabilidade financeira, pelo menos, no Palácio Piratini. O capital deve financiar a gestão da atual governadora Yeda Crussius.

E foi justamente graças a capacidade de articulação da governadora, que o empréstimo foi feito. Nos últimos tempos, Yeda tem se dedicado a conquistar o plenário, e, principalmente, a oposição. A tendência era que a proposta fosse aprovada com unanimidade, ou quase. E foi. Espera-se que este mesmo empenho e inteligência da governadora se manifeste também na hora de administrar o dinheiro, e que ela multiplique este valor, de modo a não aumentar esta e outras dívidas contraídas nesta e nas últimas gestões.

Política – CPI’s

No jornal Correio do Povo, datado de 6 de março de 2008, li que Tarso genro, Ministro da Justiça alertou contra falhas, desorganização e falta de habilidade nas CPI’s. Além de mostrar-se averso ao sistema, Tarso mencionou que este tipo de discussão não deve se restringir a comissões, podendo ser tratado em vias ordinárias (jornais, televisão, etc).

Felizmente a possibilidade de transparência por parte dos representantes do povo começa a surgir, seja por interesse do autor da idéia, seja por desejo de um país melhor. É inegável que a falta de transparência incomoda, e é inconcebível que os responsáveis por esclarecer pendengas no nosso país não estejam habilitados para tal. Entretanto, o problema vai mais longe do que se supõe, superficialmente. Concentra-se no caráter, na ética e no compromisso que os nossos políticos assumiram no momento em que passaram a nos representar. É preciso mais seriedade, responsabilidade e ordem, para o progresso.